Acordo Mercosul-União Europeia: O que o Brasil realmente ganha e como se preparar logisticamente

O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia representa uma das maiores aberturas de mercado já negociadas pelo Brasil. Quando plenamente implementado, 92% das exportações brasileiras para a UE terão tarifa zero ou redução significativa, segundo dados divulgados após a conclusão do acordo .

Na prática, isso reposiciona o Brasil como fornecedor estratégico para um bloco econômico com mais de 450 milhões de consumidores, alto poder de compra e exigências rigorosas em termos de origem, rastreabilidade e compliance.

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O impacto real para o Brasil

O principal ganho não está apenas na redução tarifária, mas na competitividade estrutural dos produtos brasileiros no mercado europeu.

Setores como:

  • agronegócio e alimentos processados,
  • proteínas animais,
  • café, sucos, açúcar e etanol,
  • bens industriais e manufaturados,
  • passam a competir em condições mais equilibradas com fornecedores de outras regiões, reduzindo a desvantagem histórica causada por tarifas elevadas impostas pela União Europeia.

A atuação da DUX no desembaraço aduaneiro

Além disso, o acordo cria previsibilidade regulatória, fator essencial para contratos de longo prazo, investimentos produtivos e planejamento logístico internacional.

Mais exportação exige mais logística qualificada.

Com o avanço do acordo, o desafio deixa de ser apenas “vender para a Europa” e passa a ser como operar esse fluxo com eficiência.

A União Europeia possui regras rígidas relacionadas a:

  • origem da mercadoria,
  • controles sanitários e fitossanitários,
  • rastreabilidade,
  • documentação aduaneira e fiscal,
  • logística reversa e sustentabilidade.

Ou seja, o ganho tarifário só se converte em vantagem real quando a operação logística está preparada para cumprir esses requisitos sem gerar atrasos, custos adicionais ou riscos de bloqueio da carga.

A DUX como ponte operacional entre Brasil e Europa

É nesse contexto que a estrutura logística se torna decisiva. A DUX está posicionada para atuar como elo direto entre os dois mercados.

No Brasil, contamos com uma estrutura ampla que cobre:

  • logística integrada de exportação,
  • desembaraço aduaneiro,
  • coordenação multimodal,
  • suporte operacional próximo ao exportador.

Na Europa, por meio da DUX Logistique, operamos com presença local e estrutura própria de armazenagem, o que permite:

  • maior controle da carga após a chegada ao continente europeu,
  • apoio à distribuição regional,
  • redução de dependência de terceiros,
  • mais agilidade em processos aduaneiros e operacionais.

Essa combinação reduz fricções na cadeia, encurta prazos e aumenta a previsibilidade, exatamente o que o novo cenário comercial exige.

O acordo abre o mercado. A estrutura sustenta o crescimento.

O acordo Mercosul–UE cria oportunidade, mas não garante resultado por si só. Empresas que desejam aproveitar esse novo ambiente precisarão de:

  • planejamento logístico internacional,
  • parceiros com presença real nos dois lados da operação,
  • domínio de compliance e processos aduaneiros.

Com estrutura no Brasil e na Europa, a DUX conecta estratégia comercial à execução logística, apoiando empresas que buscam crescer de forma consistente no mercado europeu.

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